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1º)
4º)
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Quando
bato nas cordas do pinho Me
recordo dos tempos passados Quando
eu era um folgazão moço Queria
ter de tudo um bocado Comecei
capinando lavoura Mas
fiquei logo desanimado Se eu
trabalhava uma semana Na
outra eu fazia, quatro feriado
Certo
dia entrei num rodeio Para
montar num burro dragado Pois
já estava devendo na venda E mais
duro que bico de arado Outra
vez me faltou a tal sorte Pois o
bicho era mesmo malvado Faltando
onze meio pra uma dúzia O
burrão me jogou, de fora do cercado
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2º)
5º)
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Abandonei
o cabo da enxada Me
empreguei numa lida de gado Com
pouquinhos dias de serviço O
patrão já me olhava de lado Viu
que eu não era vaqueiro nada Pois
coragem não tinha ganhado O
bezerro eu não amarrava Pra
não ver o chifre, da vaca ao meu lado
Já
cansei de sofrer desenganos Hoje
vivo com a viola de lado Alegrando
a quem vive triste Eu
também já estou conformado Ninguém
nasce para ser de tudo É
o bastante
saber um bocado Hoje
estou vivendo de cantar Na
viola eu achei, meu ofício acertado
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3º)
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Com a
filha deste meu patrão Começamos
conversar fiado Mas
foi pena durou pouco tempo Pois
ao velho não foi agradado Minha
filha não pode casar Do seu
tipo também não agrado Homem
que trabalha sem chapéu Nunca
pode chamar, meus filhos de cunhado
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